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O Cristão e o Carnaval

Olá meu nome é Ariovaldo Junior e este é o episódio de número 40 do vlog da Bíblia Freestyle que o

Chega o carnaval e voltam aquelas velhas perguntas do tipo… Crente pode assistir carnaval na televisão, crente pode ir pras ruas, o crente pode participar de um bloco de axé, será que seria melhor ir para um retiro espiritual e fugir de tudo aquilo que o mundo tá fazendo,  ou apenas curtir o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro pela televisão já tá bom o suficiente?

Antes de mais nada precisamos definir a origem do carnaval pra que a gente não fale nenhuma besteira, ao contrário do que os crentes dizem, carnaval não significa festa da carne mas significa adeus a carne, o nome vem do latim e surgiu da interferência da igreja na idade média parar inibir um pouco os exageros das festas pagãs que existiam até então, estas festas pagãs eram tão absurdas quanto ver a “globeleza” rebolando no intervalo da sessão da tarde.

Quando surgiu então o nome carnaval tudo ficou amenizado e dentro da moralidade desejada pela igreja, tudo bem bonitinho e bem sem graça, mas assim como todas as coisas de origem cultural, o Carnaval foi pressionado pelas sociedades e moldado segundo diversos interesses, por volta do século 19 o Carnaval se transformou no baile de máscaras, todo mundo ia lá tampava sua cara e desfilava sou melhor fantasia inspirados pela vanguarda do carnaval francês muitos outros países importaram a idéia dentre eles o Brasil e a cultura mais uma vez passou a ser transformada de pouco em pouco até que o negócio chegou na p*taria que a gente tá acostumado a ver hoje, as velhas marchinhas e bailes existem apenas nas escolas infantis e na lembrança dos seus bisavós.

Bom, e a relação do crente com relação a todas essas coisas como é que fica?

Os mais puritanos aqueles que não têm coragem de colocar a mão nos cabelos ali que caiu no ralo do banheiro sem usar uma luvinha vão dizer que precisa ver uma grande separação entre as coisas santas e as coisas profanas afinal que como eu podia ver traduzem as trevas né?

Mas quando estamos falando de cultura as questões não são tão simples assim, é claro que não estou defendendo consumir espírito de cultura dizendo que absolutamente tudo é edificante mas é possível aprendermos a conviver com a cultura sem nos corrompermos com ela. O exemplo em que o apóstolo Paulo cita aqueles que correu nos estádios para alcançar um prêmio corruptível é um dos exemplos mais profanos que nós podemos encontrar nas escrituras. Diz a tradição que esses esportes eram praticados por atletas nus e que parte da premiação envolve uma série de orgias é claro que o apóstolo paulo não foi conivente com nenhuma dessas coisas que estão distantes dos valores do evangelho mas ele possui o dom de garimpar virtudes em lugares onde aparentemente não aparentemente não há virtude alguma.

Sua comparação enfatiza o quanto o esforço daqueles que estão lutando por coisas deste mundo pode ser comparado ao esforço desejado por aqueles que possueam conhecimento da salvação em Cristo Jesus para que vivam de maneira digna.

Usando o mesmo raciocínio de Paulo poderíamos citar outras coisas que são culturais para exemplificar detalhes da caminhada cristã, por exemplo:

 

A vida de um cristão pode ser comparada ao desfile de uma escola de samba, não importa o quanto você treinou ensaiou preparou sua fantasia, o que importa é que agora você está na avenida o Grande Juiz, está de olho em você em todo tempo então compete a cada um que sambe  agora conforme o samba enredo composto pelo mestre, as baianas precisão rodaria bateria precisa estar sincronizada com um só coração, e o sorriso no rosto e o empenho agora são tão importantes quanto o ar que você respira porque daqui um pouco tivemos a Marquês de Sapucaí estaremos diante daquele que é o único e Grande Juiz, quando ele poderá olhar para nós e à nossa esperança é poder ouvir um nota 10.

O desafio do cristão quando falamos de cultura é que ele aprenda quais são os limites considerados seguros para si, e aquelas igrejas que querem fazer algum tipo de trabalho no carnaval’ devem não apenas respeitar esses limites individuais de cada pessoa que está envolvida no projeto, como também tomar muito cuidado para que o seu projeto não se torne algo ridículo ou babaca.

É compreensível a intenção das pessoas ao irem para as ruas para buscar alegria, felicidade ou algum tipo de festa, que venham preencher um vazio existencial na vida delas então obviamente nós que possuímos um entendimento a respeito daquilo que cristo fez por nós na cruz deveremos estar com os braços estendidos para poder comunicar essas verdades as pessoas.

Os retiros de carnaval são perfeitamente lícitos não há problema nenhum nisso, mas nas cidades onde há carnaval a igreja deveria trabalhar em duas frentes uma coisa é o daqueles que já fazem parte da família da fé e a outra estendendo a mão àqueles que ainda não fazem.

Ah! E por favor, sem escândalos por causa das contas e as das crianças nas escolas não precisamos demonizar todas as coisas da cultura simplesmente porque são diferentes daquilo que são as nossas práticas lembre-se que para aquele que é puro tudo é puro e exatamente por esse entendimento é que meu filho vai fantasiado de The Walking Dead eu espero ter colaborado um pouco com o seu entendimento sobre o assunto se você gostou deste ou de outros vídeos deixe like aqui compartilhe com seus amigos.

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Agradeço a audiência e espero você de novo na semana que vem.

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Written by Cleidson Almeida

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Servo de Deus, carioca, músico, tecladista da banda Evangellic, nerd, designer, louco por games e tecnologia